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Última Atualização - 17/02/2012
Formação acadêmica é cada vez mais valorizada pelo mercado
Por Mário Boechat - mario.boechat@folhadirigida.com.br
O investimento em capacitação profissional para garantir um upgrade no currículo é uma das apostas de candidatos em busca de uma colocação melhor no mercado de trabalho. Por meio nessa premissa, a Catho Online realizou um novo estudo com base na mais recente Pesquisa dos Executivos, de 2011, e identificou o grau de formação entre os profissionais empregados e desempregados.
Segundo o estudo, as empresas estão buscando cada vez mais pessoas com maior grau de qualificação. Entre os empregados, verificou-se que 45,4% deles têm ensino superior completo, enquanto 23% têm MBA ou pós-graduação, 24,1% possui ensino médio ou técnico e apenas 5% o nível fundamental.
Entre aqueles que estão desempregados, a pesquisa revela que quem possui ensino médio ou técnico encontra mais dificuldades para arranjar um emprego: 40,3% estão fora do mercado. 37% desse grupo já concluíram o ensino superior e 10,2% já cursaram uma pós-graduação ou um MBA.
Para os profissionais que sentem a necessidade de qualificação para garantir uma oportunidade, os cursos mais procurados, além da graduação, estão relacionados a idiomas, para cerca de 13% dos empregados, e 17% dos desempregados. 29% dos empregados e 20% dos desempregados alegam não ter tempo para se dedicar a estes cursos.
Apesar de as empresas exigirem profissionais com boa formação e que se aprimorem frequentemente, contudo, 48,8% das companhias não investem na qualificação de seus funcionários. Quando há esse investimento, normalmente estão ligados a cursos de curta duração, com média de três a quatro dias de treinamento.
De acordo com o diretor de marketing da Catho Online, Adriano Meirinho, é fundamental, independente da carreira, que o profissional mantenha uma formação contínua. "Investir em educação continuada é sempre importante, e tanto as empresas como os profissionais devem se atentar cada vez mais a este tipo de qualificação. Uma pessoa pode ter desenvolvido diversas habilidades em sua carreira, mas um bom curso pode acelerar consideravelmente o seu processo de evolução profissional", explica o diretor.
A Pesquisa dos Executivos foi realizada em abril do ano passado e contou com a opinião de 46.067 participantes, que responderam a um formulário online com 249 perguntas, questionando sobre três dimensões da vida do profissional. Foram levadas em consideração apenas as respostas de profissionais que possuem mais de 16 anos, que trabalham para empresas privadas ou mistas e residem no Brasil.
Segundo o estudo, as empresas estão buscando cada vez mais pessoas com maior grau de qualificação. Entre os empregados, verificou-se que 45,4% deles têm ensino superior completo, enquanto 23% têm MBA ou pós-graduação, 24,1% possui ensino médio ou técnico e apenas 5% o nível fundamental.
Entre aqueles que estão desempregados, a pesquisa revela que quem possui ensino médio ou técnico encontra mais dificuldades para arranjar um emprego: 40,3% estão fora do mercado. 37% desse grupo já concluíram o ensino superior e 10,2% já cursaram uma pós-graduação ou um MBA.
Para os profissionais que sentem a necessidade de qualificação para garantir uma oportunidade, os cursos mais procurados, além da graduação, estão relacionados a idiomas, para cerca de 13% dos empregados, e 17% dos desempregados. 29% dos empregados e 20% dos desempregados alegam não ter tempo para se dedicar a estes cursos.
Apesar de as empresas exigirem profissionais com boa formação e que se aprimorem frequentemente, contudo, 48,8% das companhias não investem na qualificação de seus funcionários. Quando há esse investimento, normalmente estão ligados a cursos de curta duração, com média de três a quatro dias de treinamento.
De acordo com o diretor de marketing da Catho Online, Adriano Meirinho, é fundamental, independente da carreira, que o profissional mantenha uma formação contínua. "Investir em educação continuada é sempre importante, e tanto as empresas como os profissionais devem se atentar cada vez mais a este tipo de qualificação. Uma pessoa pode ter desenvolvido diversas habilidades em sua carreira, mas um bom curso pode acelerar consideravelmente o seu processo de evolução profissional", explica o diretor.
A Pesquisa dos Executivos foi realizada em abril do ano passado e contou com a opinião de 46.067 participantes, que responderam a um formulário online com 249 perguntas, questionando sobre três dimensões da vida do profissional. Foram levadas em consideração apenas as respostas de profissionais que possuem mais de 16 anos, que trabalham para empresas privadas ou mistas e residem no Brasil.
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