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Pauta dos funcionários do BB inclui concursos


A pauta das reivindicações dos funcionários do Banco do Brasil (BB) foi entregue, na última quinta-feira, dia 11, ao presidente da instituição, Paulo Cafarelli. Um dos seus itens é a contratação de novos funcionários e, portanto, a realização de concursos públicos. Segundo o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, Wagner Nascimento, no próximo dia 23 serão iniciadas as rodadas de negociação, e as seleções necessárias serão discutidas, para que, enfim, o banco se posicione sobre o fato de estar desde 26 de setembro de 2015 sem cadastro de pessoal válido no Rio de Janeiro, Amazonas, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
 
Desde 8 de maio, o banco também está sem uma lista de reserva de aprovados em São Paulo, Alagoas, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Tocantins e Distrito Federal. Wagner salientou que as reposições de pessoal são necessárias, para que o BB mantenha a sua atuação eficiente. No entanto, as seleções pararam de acontecer, tendo em vista a crise política e econômica do país.
 
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Devido à grande carência de pessoal e o fato de o banco não ter um cadastro de reserva válido em vários estados para realizar reposições em virtude de desligamentos, mortes e aposentadorias, a expectativa é de que o BB possa em breve realizar novos concurso. O fato de a economia do país dar sinais de recuperação contribui para que a retomada das seleções possa acontecer em breve.

Se prepare:
Dados da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) mostram que o banco reduziu o seu quadro de pessoal, enquanto as demandas aumentaram. Segundo a Contraf-CUT, foram registrados 109.615 trabalhadores em junho de 2016, 2.710 a menos do que em junho de 2015. Entretanto, o banco ampliou em 1,152 milhão o número de clientes no mesmo período, somando 64,2 milhões de correntistas em todo o país. Segundo a Contraf-CUT, faltam mais de 3 mil escriturários.

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No Rio, cerca de 400 se desligaram. O edital de concurso para o Rio de Janeiro e outros cinco estados esteve previsto para sair no ano passado, mas foi adiado, em virtude da crise econômica.  A seleção chegou a ter vários detalhes definidos. Os candidatos seriam avaliados por meio de 70 questões objetivas e redação, e a Fundação Cesgranrio seria a organizadora. O cargo de escriturário, de nível médio, tem ganhos de R$3.613,58.

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