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Saiba como serão as provas do concurso do TRF-RJ/ES


O TRF-RJ/ES já definiu também como será a estrutura do concurso. Os candidatos serão avaliados por meio de provas objetivas e prática, redação e estudo de caso, dependendo do cargo. Para técnico judiciário sem especialidade (técnico administrativo), de nível médio, a objetiva contará com 40 questões. Esse exame terá dez perguntas de Conhecimentos Gerais (Português, Raciocínio Lógico Matemático e Noções de Sustentabilidade) e 30 de Conhecimentos Específicos (Noções de Direito Administrativo, Noções de Direito Constitucional, Noções de Direito Penal, Noções de Direito Processual Civil, Noções de Direito Processual Penal, Noções de Direito Tributário e Noções de Direito Previdenciário).

Além da objetiva, haverá uma redação para o técnico administrativo. No caso do analista administrativo, a objetiva terá 50 questões, sendo 20 de Conhecimentos Gerais (Português, Raciocínio Lógico Matemático e Noções de Sustentabilidade) e 30 de Conhecimentos Específicos (Noções de Direito Administrativo, Direito Constitucional, Direito Penal, Administração Geral, Administração Pública, Administração Orçamentária, Financeira e Orçamento Público, Administração de Recursos Materiais e Direito do Trabalho). Esse analista administrativo também passará por uma redação.
 
A prova objetiva, redação e estudo de casos estão previstos para acontecerem em outubro. As provas práticas (técnicos de Segurança e Transporte e Telecomunicações e Eletricidade), por sua vez, deverão ficar, segundo cronograma do projeto básico, para dezembro ou janeiro. O resultado final e homologação do concurso estão previstos para fevereiro de 2017, quando deverão ser iniciadas as chamadas.
 

Escolha do organizador por pregão eletrônico é criticada


A decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-RJ/ES) de escolher o organizador do concurso, para técnicos e analistas judiciários, por meio de pregão eletrônico foi criticada pelo especialista em concursos e diretor pedagógico da Academia do Concurso, Paulo Estrella. Segundo ele, o TRF-RJ/ES passa a correr riscos em relação à organização do concurso, já que será escolhida a instituição que apresentar o menor custo, e as tradicionais organizadoras, tais como Fundação Carlos Chagas (FCC), Fundação Cesgranrio, Cebraspe )Cespe/UnB) e Fundação Getúlio Vargas (FGV), possivelmente não deverão participar do processo. Se participarem, não deverão diminuir os valores para execução do concurso, o que dificultaria a possibilidade de serem escolhidas.

“É uma decisão lamentável, porque é um concurso com tendência a um número recorde de candidatos. Como essa atitude, o TRF-RJ/ES passa a correr riscos, pois o menor preço sempre é um risco. Pode ser que funcione maravilhosamente bem, mas a chance de um organizador com preço barato organizar tudo muito bem é reduzida. É um concurso que merecia uma banca mais tradicional, como FCC e Cesgranrio. E essas nem devem participar do pregão, porque trabalham com dispensa”, opinou. Aos candidatos, porém, a mensagem de Estrella é que não deixem essa decisão atrapalhar os estudos. “O candidato deve pensar que uma organizadora mais simples pode ser melhor para ele, pois tende a propor uma prova mais simples, com questões menos complexas. Se ele tiver conhecimento da disciplina, tende a ter um bom resultado.”

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