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Projeto básico do concurso para o TRT 20 é alterado


A comissão do concurso de 2016 para o Tribunal de Regional do Trabalho da 20ª Região do Estado de Sergipe (TRT-SE) comunicou que o projeto básico do concurso - que orienta a contratação da empresa organizadora da seleção - foi alterado. O cargo de técnico administrativo - área administrativa - especialidade em Segurança foi excluído do programa. Segundo o órgão, o cargo foi cortado devido à norma contida na Resolução Administrativa 22/2003, do TRT da 20ª Região, que declarou em extinção a especialidade de segurança do cargo de técnico judiciário - área de serviços gerais -, derivado da categoria funcional de agente de vigilância.
 
O órgão também esclareceu que há 11 cargos, atualmente, denominados de técnico administrativo - área administrativa -, com especialidade em segurança, que derivam da antiga categoria de agente de vigilância. Sendo assim, diante da resolução de 2003, os cargos foram declarados extintos, permitindo sua alteração para outra especialidade até a completa extinção.

Portanto, todos as vagas que surgiram nesses cargos não poderão ser providas, pois será obrigatório alterar a especialidade da função. As demais informações que constam no projeto básico seguem inalteradas. Com essa alteração, a expectativa de inscritos para o concurso de 2016 caiu para 41.200 candidatos, sendo 15.000 para os cargos de nível superior e 26.200 para os cargos de nível médio.

Projeto básico confirma cargos em diversas especialidades no TRT 20


O documento define quais cargos serão oferecidos: analista judiciário nas áreas judiciária, administrativa e de apoio para as seguintes especialidades: Oficial de justiça avaliador federal, Odontologia, Medicina do trabalho, Engenharia civil, Enfermagem, Comunicação social, Estatística e Contabilidade. Além disso, há oportunidade para técnico judiciário nas áreas administrativa e de apoio com especialidades para segurança, enfermagem e tecnologia da informação.

A remuneração inicial para o cargo de técnico judiciário será de R$5.425,79, já para analista a remuneração será de R$8.863,84, exceto para a área judiciária (especialidade oficial de justiça avaliador federal), que receberá R$10.485,62.

O documento também define como os candidatos serão avaliados: prova objetiva - para todos os inscritos - e prova discursiva apenas para os concorrentes aos cargos de analista. Os exames serão aplicados em estabelecimentos de ensino localizados no Estado do Sergipe, preferencialmente, na cidade de Aracaju, e as datas e os horários só serão divulgados no edital de abertura.

A prova objetiva vai cobrar 60 questões, sendo 20 de Conhecimentos Gerais, com as disciplinas de Língua Portuguesa, Noções de Informática, Raciocínio Lógico e Noções de Direito — as matérias variam de acordo com o cargo —, além de questões de Conhecimentos Específicos da área.

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