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Aprendizes: especialistas não esperam dificuldade maio


Com a mudança da escolaridade mínima para ingressar nas Escolas de Aprendizes-Marinheiros, que passou a ser ensino médio este ano, muitos candidatos ainda têm dúvidas quanto à preparação para as provas escritas. Especialistas, no entanto, acreditam em algumas mudanças para as provas desse ano, porém a tendência é que não haja uma mudança muito significativa no perfil da avaliação. Por isso, a orientação é resolver provas dos últimos concursos e manter uma rotina de estudos para assim conseguir um bom despenho na avaliação, prevista para acontecer em maio.

O diretor do Cape Cursos Preparatórios, em Realengo, Roger Carreira, espera uma prova mais conceitual e com uma cobrança diferente dos outros anos em relação as questões da prova. "Não aconteceram mudanças significativas, todos os tópicos são vistos no ensino fundamental e no ensino médio também. Mas o que deve acontecer é uma cobrança mais aprofundada nas questões, só que de uma maneira mais intermediária."

O concurso está com inscrições abertas e o prazo vai até o próximo dia 28. São oferecidas, ao todo, 1.340 vagas. Os participantes que estiverem no último ano do ensino médio também podem participar. Mas, devem ter atenção pois se não conseguirem apresentar o diploma na matrícula, não poderão assumir a vaga, mesmo que tenham se classificado.

O processo seletivo é voltado para homens, solteiros, que tenham mais de 18 e menos de 22 anos no dia 1º de janeiro de 2017, entre outras exigências. Os demais requisitos podem ser consultados no edital, disponível na FOLHA DIRIGIDA Online. Os classificados, após o curso de formação, iniciarão carreira na Marinha com remuneração bruta inicial de R$1.600 mensais.

As inscrições devem ser feitas pela internet e será preciso pagar uma taxa de R$20. Os participantes terão de fazer, pela primeira etapa, cuja data de realização ainda será definida, provas de Matemática, Português, além de Física e Química, que substituem a de Ciências, adotada até o ano passado.

Para o diretor do curso Nautilus, em Madureira, Marco Aurélio da Silva Costa, as alterações no programa de estudos do concurso foram pontuais. Por isso, ele também não acredita em uma mudança relevante no conteúdo a ser cobrado na etapa inicial. "Não acredito que estará mais difícil que em anos anteriores, apenas teremos essa diferença na estrutura da prova e uma maior competitividade devido ao menor número de vagas."

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