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Exército: aumento de vagas para mulheres mobiliza candidatas


A abertura de vagas para o sexo feminino em mais concursos de admissão para escolas militares no ano de 2016 motivou ainda mais as candidatas a buscarem a realização do sonho de ingressar carreira militar. Jovens que sempre desejaram ter essa oportunidade já se preparam para o desafio que é conseguir a classificação, até porque, como em vários casos a oferta é pequena, a concorrência tende a ser acirrada.

Clara Vieira, de 17 anos, aluna do Colégio e Curso Tamandaré, na Vila da Penha, é uma das milhares de estudantes no país que estão mais animadas com as possibilidades oferecidas pelos concursos da área militar. A jovem, que está concluindo o ensino médio, comemora a abertura de mais vagas para mulheres e acredita que, com o tempo, as oportunidades de ingresso aumentarão. "Isso é bom porque é possível ver que as mulheres estão ganhando mais espaço no universo militar. Ainda são poucas vagas, mas com o tempo acredito que a quantidade vai aumentar."

Também em fase de conclusão do ensino médio e contente com mais chances de acesso de mulheres nas escolas militares, Laryssa Mello, de 17 anos, da mesma escola de Clara, está confiante de que vai se sair bem no concurso e que fará parte da história do Exército Brasileiro. "Quero entrar como uma das primeiras 40 mulheres na Escola de Cadetes do Exército (EsPCEx). Fiquei muito feliz quando vi que abririam vagas para mulheres. Sempre sonhei com a carreira militar, mas não havia muitas oportunidades. Agora já podemos conseguir."

Agora as mulheres têm mais uma fonte na busca por estabilidade financeira e boas oportunidades de ascensão profissional. Esta é a motivação de Olga Thainá Mendes, de 20 anos, que sempre alimentou a vontade de seguir pela carreira militar. "Minha motivação é a busca por uma estabilidade financeira, no entanto, sempre admirei muito a carreira militar. O estilo de vida, o jeito de trabalhar organizado, tudo isso acabou despertando meu interesse. É um grande avanço. Acredito que o número de vagas seja justo, pois será um ano de experiência", disse Olga, que também estuda no Curso Tamandaré, na Vila da Penha.

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