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Cautela dá o tom do primeiro discurso do ministro Mendonça Filho


Em pronunciamento, o novo ministro da Educação, Mendonça Filho, disse que nenhum dos importantes programas do Ministério da Educação, como o Pronatec, ProUni e Enem serão descontinuados. O ex-líder do DEM na Câmara assegurou a importância de cada um ser mantido e aprimorado junto aos servidores do órgão.

Para o ministro, entre os desafios está a discussão ampla, democrática e aberta da Base Nacional Comum Curricular e o Plano Nacional da Educação, aprovado pelo Congresso Nacional. Segundo Mendonça Filho, o ensino básico é prioridade, assim como o superior, onde as universidades federais e instituições técnicas serão valorizadas e o diálogo, aberto.

Durante o discurso, o ministro apresentou Maria Helena Castro como a nova secretária executiva do Ministério. Socióloga, Maria Helena Castro foi presidente do Inep ao longo do governo de Fernando Henrique Cardoso. Além disso, esteve à frente do programa de governo do senador Aécio Neves, para a área de Educação, quando ele se candidatou à presidência.

Mendonça Filho também destacou a importância do ensinos fundamental e médio, das demandas dos servidores da pasta e disse não ser um homem de cerimônias. De acordo com ele, está aberto a ouvir críticas, dividir tarefas e pediu um voto de confiança. "Quero oferecer aos brasileiros, principalmente às crianças e aos jovens, uma educação pública de qualidade, promovendo equidade e justiça social."

Bolsa permanência - No último dia da gestão do ex-ministro Aloizio Mercadante, foi editada uma circular que suspendia o pagamento a estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica do  programa bolsa permanência. Em nota, Mendonça Filho reforça que a medida foi tomada pela gestão anterior, mas não sinaliza que será revertida.

De acordo com o MEC, o ministro faz um levantamento da situação da pasta da Educação e Cultura antes de tomar decisões. A nota reitera ainda que o programa não foi suspenso para os mais de 13 mil inscritos atuais e receberá novas inscrições de quilombolas e indígenas.

Por: Larica Santos - [email protected]
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