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Música no Museu realiza edição do Rio Harp Festival


O Rio de Janeiro sedia, em maio, o principal festival de harpas do mundo, o Rio Harp Festival. Esta é a 12° edição do evento que tem como objetivo popularizar a harpa, como ressaltou o diretor do programa Música no Museu, Sérgio Costa e Silva. "É uma oportunidade de levar a harpa a todos os lugares e o público não só participa desses concertos, mas visita também vários espaços públicos do Rio de Janeiro".
 
"É uma oportunidade de levar a harpa a todos os lugares."

"É uma oportunidade de levar a harpa a todos os lugares."

Ao todo, 42 harpistas de 24 países se apresentarão, variando entre diversos estilos musicais. "Cada um desses países apresenta um programa muito variado e diferentes ritmos são tocados na harpa, do clássico até o heavy metal". Os músicos aproveitam também para apresentar as características especiais de cada instrumento ao público. "Existe harpa paraguaia; a Kora, que é a harpa africana; harpa indiana; harpa chinesa; harpa japonesa e vamos apresentar todos esses tipos", explica.
 
Cerca de 30% dos concertos realizados através do projeto são apresentados por jovens músicos, estejam eles nas escolas ainda ou iniciando suas carreiras. Os jovens são indicados por seus professores e os ganhadores do Concurso Jovens Músicos-Música no Museu também sempre são convidados a participar.
 
O festival é gratuito e as apresentações começaram no último dia 1º, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB-Rio). O encerramento acontecerá no AquaRio, no dia 1° de junho. O evento percorrerá vários espaços culturais do Rio, além de alguns pontos turísticos, entre eles: Museu do Exército, Biblioteca Nacional, Corcovado, Ilha Fiscal, Iate Clube e o Jockey Club. Confira aqui a programação.
 
O programa têm projetos previstos para todos os meses do ano. "A cada mês escolhemos um tema ou um naipe. Em junho e julho será voz, agosto será corda, setembro vai ser piano, outubro e novembro vai acontecer um festival internacional de sopros e em dezembro vão acontecer os festivais de Natal."
 
Sérgio ressaltou ainda sobre o papel da música na formação de jovens. "Tem o aspecto didático, o de tranquilidade, o de ampliação de cultura. A música eu acho que é uma forma de costurar, de interligar uma série de manifestações", destaca Sérgio Costa e Silva.

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