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Para Sepe, não houve reajuste salarial para professores


A aprovação do projeto de Lei nº 1.423, que incorpora as duas parcelas restantes da gratificação 'Nova Escola' nos salários dos profissionais das escolas estaduais, sem a emenda que continha a proposta de reajuste salarial de 36% para toda a educação, revoltou os integrantes do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe-RJ). Em nota, a entidade criticou a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), por não conceder nenhum reajuste à categoria.

Segundo o sindicato, o 'Nova Escola' já é um benefício conquistado pelos professores desde 2009, quando o governador Cabral aprovou uma lei que criou a incorporação da gratificação em parcelas anuais, com a previsão para terminar apenas em 2015.

O reajuste de 4,5%, segundo a categoria, foi para os funcionários administrativos, que não receberão mais nenhuma parcela do Nova Escola em 2012, diferentemente dos professores, que ainda têm duas parcelas a receber. Apesar de muito rebaixado, também reflete a pressão dos sindicatos para que este segmento não ficasse sem reajuste.

A nota ainda expõe a insatisfação do Sepe, deixando claro que o sindicato "não vai aceitar índice zero de reajuste este ano para os professores, já que a incorporação do Nova Escola não é um reajuste, como o governo vem alardeando". A crítica se estende, ainda, ao baixo valor dado aos funcionários administrativos, de apenas 4,5%. Com isso, nesta quinta-feira, dia 19, os profissionais de Educação da rede estadual farão uma paralisação de suas atividades por 24 horas, com assembleia marcada para as 14 horas, na Associação Brasileira de Imprensa.

Por: Marcella Dos - [email protected]
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