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Ter uma pós-graduação proporciona diversas vantagens para professores


Em diversos segmentos, com a crescente busca por profissionais qualificados, ter uma pós-graduação representa um diferencial para a carreira. E para o professor, esta premissa é ainda mais válida. Educar alunos, lidar diretamente com a necessidade deles e os múltiplos processos de aprendizagem requer do profissional do magistério um aprofundamento cada vez maior, seja para evoluir na carreira ou até para manterem a empregabilidade.
 
Mas, há outras vantagens para professores que buscam fazer uma especialização, mestrado ou doutorado. Com este tipo de formação, é possível conseguir desde uma remuneração melhor até pontos decisivos para uma boa colocação em concursos públicos.
Na opinião da coordenadora do curso de Psicopedagogia da Unigranrio, Daniela Celeste Contim, a área da Educação impõe novos desafios diários aos profissionais que a escolheram como carreira. Daí a necessidade da busca permanente por especialização.
 
“O processo é bastante complexo e envolve questões que vão além de capacidades cognitivas, incluindo também fatores emocionais, neurológicos, relacionais e ambientais. Nesse sentido, os cursos de pós-graduação trazem a perspectiva do diferencial”, explica.

Melhores concursos para professores exigem pós-graduação 

Diretor geral de pós-graduação da Universidade Estácio de Sá, Antonio Higino Viegas corrobora a afirmação e cita mais um benefício de uma pós: a retribuição por titulação. “Para ingressar como professor de qualquer instituto federal, basta apenas a graduação. Entretanto, o plano de carreira prevê uma retribuição por titulação, que aumenta o salário caso o professor tenha mestrado, doutorado ou mesmo especialização.”

Além da busca permanente pelo conhecimento, o diretor de pós-graduação da Estácio cita mais duas vantagens que uma especialização pode trazer para os docentes. Uma delas atende pelo nome de Plataforma Lattes, ou melhor, Currículo Lattes. Criada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a plataforma virtual integra as bases do tal currículo e registra a vida pregressa atual dos estudantes e pesquisadores do país.

Logo, uma das vantagens é justamente a valorização do Currículo Lattes pelo Ministério da Educação (MEC). O órgão avalia o corpo docente das instituições de ensino e leva em conta titulação, experiência profissional e atualização acadêmica. O terceiro item concentra-se na habilitação para lecionar em universidades públicas: o MEC exige que o profissional tenha, no mínimo, uma pós-graduação Lato Sensu.

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