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Estudante acerta 59 das 60 questões do 1º Exame da Uerj


Disputar uma vaga na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) não é nada fácil. A cada ano, milhares de estudantes participam do vestibular a maioria não tem êxito. Mesmo no Exame de Qualificação, que cobra conhecimentos básicos, menos de 15% conseguem conceito A, o melhor resultado possível.

Candidato com maior número de acertos no primeiro Exame de Qualificação do vestibular Estadual 2016, o estudante Vitor do Nascimento Costa, 17 anos, mostrou que, com planejamento e dedicação, é possível obter um desempenho excepcional na prova. O jovem, que acertou nada menos que 59 das 60 questões, apostou na resolução de muitos exercícios como estratégia para se sair bem na prova.

"Eu calculei que fiz mais de 1000 exercícios do meu e de outros livros, sem contar as provas anteriores", disse Vitor , que é aluno do Colégio Pentágono, em Vila Valqueire. O candidato também possui uma rotina rígida de estudos, na qual ele só parava para as refeições. "Eu chegava na escola 7h e ficava lá estudando até 18h. E quando chegava em casa, estudava à noite também", enfatizou Victor.

Segundo o estudante, a única questão que ele não acertou foi a de número 54, que abordava conteúdos de Geografia. "Achei o enunciado confuso e não consegui resolvê-la", disse. Desde o 1° ano do ensino médio fazendo provas dos vestibulares para a Uerj, além do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), comentou sobre a prova aplicada este ano. "O primeiro Exame de Qualificação estava mais difícil do que nos anos anteriores, mas, ainda assim, a considerei bem tranquila, pois eu estava melhor preparado", comentou o jovem.

O estudante, que pretende cursar Direito na Uerj, conta o que o influenciou na escolha dessa carreira. "O meu avô, que não cheguei a conhecer, foi das primeiras turmas de Direito na Uerj e isso me motivou bastante." O candidato também dá os créditos a quem participou de todo o processo de preparação. "Confiei bastante nos meu professores, contei com o apoio dos meus familiares e tive foco, essas coisas são essenciais."

O diretor do Colégio Pentágono, professor Paulo Armando Areal, diz que um resultado tão destacado como do Victor é fruto de um trabalho a longo prazo e acredita que um ano não é o suficiente para isso. "Muitos jovens têm potencial, mas não se dedicam. É preciso ter vontade de ser o primeiro lugar e o Vitor carrega com ele o desejo de mostrar seu valor. Ele é obstinado."

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