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Luís Antônio Camargo: a luta contra as mazelas sociais


Com uma atuação focada no combate a mazelas como os trabalhos escravo contemporâneo e infantil, o procurador-geral do Trabalho, Luís Antônio Camargo de Melo, creditou sua escolha entre as dez pessoas eleitas no prêmio Personalidade Cidadania 2012, iniciativa da FOLHA DIRIGIDA, em parceria com a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e a Academia Brasileira de Filosofia (ABF), ao simples exercício efetivo do cargo que ocupa.
 
“Houve enorme boa vontade para eu ter ganhado o prêmio, porque creio que, da minha parte, é apenas cumprimento do meu dever e obrigação. Sou membro do Ministério Público do Trabalho (MPT) e dedico minha atuação ao enfrentamento de situações que considero prioritárias, como trabalho escravo contemporâneo, trabalho infantil e todas formas de discriminação. Defendo a garantia da liberdade sindical. Sempre me coloco à disposição da sociedade”, explica.
 
E complementa: “Fico feliz com a iniciativa da FOLHA DIRIGIDA e das demais entidades que participam da organização do prêmio. Só posso elogiar práticas que garantem ao cidadão uma vida digna e um trabalho decente. No momento que essas práticas e propostas são divulgadas, outras pessoas podem se sentir inspiradas e, talvez, buscar ações em prol da sociedade”.
 
Graduado em Ciências Jurídicas e Sociais e especialista em advocacia trabalhista pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Luís Antônio Camargo de Melo ingressou no MPT em 1989, sendo promovido a subprocurador-geral do Trabalho em 2001. A portaria de nomeação ao cargo de procurador-geral do Trabalho, que prevê atuação por dois anos, foi assinada em 16 de agosto do ano passado, sendo publicado dois dias depois. Ele ainda é membro da Câmara de Desenvolvimento Científico da Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU).
 
“Cidadania é a garantia de direitos. Todas as pessoas têm direito de ter acesso à Educação, Saúde e ao trabalho, que proporcionam uma vida digna. Cidadania é esse conjunto de aspectos. Essas devem ser prioridades para qualquer administração pública”, declara Camargo de Melo. Mas ressalta: “As empresas têm responsabilidade grande. Se exigimos do serviço público efetividade, por outro lado também precisamos exigir dos empresários responsabilidade social”.

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