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André Ramos: Candidato pretende realizar concurso para médicos


O candidato do PPL, que concorre à prefeitura pela primeira vez, apresentou, como principais pontos de sua candidatura, as melhorias na Educação e na Saúde.

No aspecto da Educação, André Ramos propõe aumentar para 30% os recursos destinados ao setor. Segundo o candidato, a expectativa é investir 1,4 bilhão, dos 5 bilhões previstos no orçamento da cidade atualmente, para construir escolas técnicas e inverstir em cursos profissionalizantes e de qualificação, principalmente para os jovens. Além disso, André critica a situação enfrentada pelos servidores da educação. “Os nossos professores daqui do município, só conseguem atingir o piso nacional, estipulado pelo governo federal, com a gratificação da prefeitura, então, primeiro, nós queremos agregar o valor do piso no salário base do professor”.

Na área da Saúde, outro setor carente do município, o candidato vê como algo primordial, a realização de concurso público para médico. “Está faltando médico nos postos de saúde. A maioria dos médicos aqui é terceirizado, não são concursados. O último concurso público de Fortaleza para médico foi em 92, são 20 anos”, ressalta o candidato.

Segundo André, o que falta para Fortaleza, é investir em infraestrutura. “As unidades que temos são suficientes. O que está faltando é infraestrutura nos hospitais e postos de saúde que nós temos, o que está faltando é médico, é remédio; está faltando mais investimento”.

Ainda sobre a Saúde do município, o candidato cita a falta de investimento no programa Saúde da Família e propõe a ampliação da cobertura do programa para 80% da população.

Quando indagado sobre os problemas oriundos do grande número de terceirizados no município, André Ramos, afirma que as terceirizações estabelecem uma falta de vínculo dos profissionais e acarretam a precarização dos serviços prestados à população.

Em relação às greves dos servidores, que acontecem em todo Brasil, André, pretende discutir com os sindicatos, com os representantes de cada categoria, e primeiramente, trabalhar com o piso salarial, estipulado pelo governo, para então promover o plano de cargos e carreiras e realizar novos concursos.
 

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