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Concurso IBGE 2017: especialista faz análise da banca organizadora, a FGV

Concurso IBGE 2017: especialista faz análise da banca organizadora, a FGV

Resumo: No último dia 30 de março o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a banca organizadora do concurso público com oferta de 26.440 vagas temporárias, a Fundação Getúlio Vargas (FGV). FOLHA DIRIGIDA conversou com Paulo Estrella, para saber mais a respeito dor perfil da banca.


No último dia 30 de março, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a banca organizadora do concurso público com oferta de 26.440 vagas temporárias. A Fundação Getúlio Vargas (FGV) foi a empresa escolhida para a seleção, que visa ao Censo Agrupecuário. FOLHA DIRIGIDA conversou com Paulo Estrella, para saber mais a respeito da banca, seu perfil e o que o candidato deve fazer para se preparar para as provas desta fundação.
 
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Confira as impressões de Paulo Estrella

De acordo com o diretor pedagógico da Academia do Concurso, a FGV é uma banca com nível de complexidade relativamente alto. Ele ainda destacou que considera a escolha um tanto desproporcional para a seleção, que visa à contratação para cargos temporários. "Um tiro muito grande para o concurso", disse.
 
Paulo explicou que concursos desse tipo não costumam atrair um público que está se preparando há muito tempo. Por isso, esperava-se que a escolha fosse por uma banca com nível de complexidade menor. Mas, de acordo com ele, é possível para o candidato estudar e ser aprovado. 
 

Confira as dicas de preparação

O edital do concurso do IBGE 2017 poderá ser publicado ainda na próxima semana. Com isso, espera-se que as provas sejam aplicadas entre o final de junho e início de julho. 
 
Paulo afirma que, dentro desse tempo, a melhor forma de estudar é através da resolução de questões. "É preciso ficar a par do que é cobrado na FGV, é a melhor maneira de sentir como a banca cobra os conteúdos."
 
A orientação é que os interessados baixem as provas de seleções anteriores de acordo com as disciplinas que irão prestar." O candidato poderá usar provas de outros concursos da FGV, sejam quais forem." 
 
Ele ainda completou que, embora esse método possa ser frustrante, é uma forma eficiente de se encontrar quais os assuntos ainda não são dominados e, a partir disso, focar mais nesses temas. "O candidato também precisará de uma rotina de estudos mais intensa para conseguir a aprovação."
 
 

Paulo acredita que a FGV pode "dosar a mão"

Para Paulo Estrella, a decisão por uma banca difícil como a FGV poderá implicar em um grande número de reprovações. "O órgão pode não conseguir botar todas as pessoas que eles precisam para dentro, porque o candidato que busca um concurso temporário, normalmente, não vem de uma preparação longa."
 
Mas ele explica que por ser um concurso para temporários é provável que a Fundação "dose a mão" nas provas. Ainda assim, seu perfil é de cobrar os conteúdos de modo concreto. Diferentemente de outras bancas, a FGV não costuma dar dicas e valorizar a interpretação nos enunciados, que muitas vezes auxiliam na resposta.  "Essa não é uma característica dela", alerta.
 
Para aqueles que já conhecem a banca, o diretor deixa uma esperança: "quem já passou pela FGV com certeza está muitos anos a frente". E para os que não têm tanta familiaridade, uma orientação: "quem não tem conhecimento nenhum deve buscar a teoria, mas os que já têm uma noção devem partir logo para a resolução de questões."

Saiba mais sobre o concurso IBGE 2017!


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