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Saiu a convocação para provas subjetivas e práticas


O Ministério Público do Trabalho (MPT) publicou no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira, dia 29, o edital de convocação nominal dos candidatos aptos a realizarem as provas subjetivas e práticas, que serão aplicadas nos dias 24 de junho e 1º de julho, em horários e locais a serem divulgados posteriormente. No mesmo documento a comissão do concurso do MPT divulga o resultado dos recursos interpostos pelos candidatos contra o gabarito preliminar da prova objetiva do dia 6 de maio.

Foram anuladas as questões 10, 17 e 90 por incorreções em suas elaborações, o que resultou na atribuição dos referidos
pontos para todos os candidatos. Além disso a nota defere ou indefere os recursos feitos pelos concorrentes, e chama para o site www.mpt.gov.br/concurso a disponibilização do gabarito definitivo, contra o qual não haverá mais recurso.

Os candidatos têm cinco dias, a partir desta terça-feira, 29, para interpor recurso contra erro material na atribuição de pontos, o que deve ser protocolado nas Procuradorias Regionais nos Estados,  nas Procuradorias do Trabalho nos Municípios e no Distrito Federal.

Para conquistar a vaga o concorrente terá de passar ainda por mais três etapas de avaliação. Nos dias 24 de junho e 1º de julho, eles serão submetidos a duas avaliações escritas, (subjetiva e prática). O próximo passo serão as provas orais, aplicadas apenas no Distrito Federal, entre os dias 12 e 15 de novembro, quando o candidato será argüido pelos membros da comissão de concurso sobre pontos do programa das matérias dos grupos I e II, com 50 minutos de duração. Na última etapa, os bacharéis em Direito terão analisados os seus títulos.
 
O MPT inscreveu 7.905 advogados, em busca da remuneração de R$23.501,97, já com os benefícios, e a garantia da estabilidade, em regime vitalício.
Devido ao longo período de seleção, (a previsão é que o concurso seja homologado em 6 de dezembro, com a posse no dia 20), é possível que sejam abertas cerca de dez vagas, segundo o procurador-geral do Trabalho, Luís Antônio Camargo, aumentando para 50 as oportunidades. A validade do concurso é de dois anos, prorrogável pelo mesmo período, tempo em que esse número e as respectivas lotações podem ser alterados.

 

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