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Sindicato afirma que oferta de 630 vagas não supre a carência do órgão.


 
O presidente do Sindicato dos Técnicos da Fazenda Estadual de São Paulo (Sitesp), Joaquim Goma, em entrevista recente para a FOLHA DIRIGIDA, anunciou que a oferta de vagas não supre a carência do órgão. “Considerando que passamos um longo período sem concurso, a perda de servidores do último concurso para outros órgãos da administração e as possíveis aposentadorias, consideramos que 630 vagas não seriam suficientes para suprir toda necessidade da SEFAZ/ SP”, relata. No entanto, a sindicato não possui os dados para quantos servidores seriam necessário ao tentar suprir a carência do órgão.
 
A área da Secretária da Fazenda que possui mais carência é a Coordenadoria de Administração Tributária (CAT), onde a presença do técnico da fazenda estadual é fundamental para o apoio e a complementação dos trabalhos fiscais, que são executados pelos agentes fiscais de rendas. “Nas outras coordenadorias, também há carência de Técnicos da Fazenda Estadual, no entanto, as atividades lá desenvolvidas são executadas também por outras carreiras que permeiam a pasta, quais sejam: executivos públicos, analistas de orçamento e finanças públicas, entre outras”, explica.
 
“É do conhecimento da administração fazendária a necessidade de promover novos concursos a fim de evitar o colapso das áreas onde o TEFE - Técnico da Fazenda Estadual - atua”, explica Joaquim Goma, referente à importância do técnico no órgão, já que o cargo exerce função quase em todas as áreas da SEFAZ-SP.
 
Uma das principais causas da carência do TEFE, além da falta de concursos, é que boa parte dos novos servidores não conseguiram se mantiveram no quadro. “Isso foi em razão do concurso anterior não ter sido regionalizado e devido à baixa remuneração do cargo em relação a outros órgãos da administração, por exemplo: Detran SP; Tribunal de Justiça SP”, explicou. Joaquim ainda afirmou que com o grande número de servidores aptos a se aposentar, levando consigo um vasto conhecimento dos procedimentos internos, a falta de concurso pode contribuir para uma queda do rendimento nas áreas onde o técnico atua inclusive no atendimento ao cidadão.
 
 
 
 
 

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