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Alguma disciplina do concurso TRF 2 lhe causa pavor? Aprenda a encará-la sem medo

Alguma disciplina do concurso TRF 2 lhe causa pavor? Aprenda a encará-la sem medo

Resumo: Raciocínio Lógico, Direito Processual Penal, Língua Portuguesa. Todo mundo tem uma disciplina que dá pânico. Veja quais são os piores inimigos do candidatos do concurso TRF 2 na hora do estudo.


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Sabe aquela disciplina? Aquela que está sempre presente nos seus piores pesadelos? Que lhe rouba o sono, apavora, faz suar frio? Pois é, todo mundo tem uma matéria que dá pânico - e se você não tem, ainda vai ter. Numa seleção tão disputada quanto o concurso TRF 2, no qual é necessário ter uma margem de erro quase nula, é preciso vencer essa assombração e superar as expectativas. Veja quais são os principais monstros que aterrorizam os candidatos do concurso TRF-RJ/ES, saiba como eles fazem para vencê-los, e mais: confira orientações da coach Lízia Medina e um infográfico otimizado com cinco dicas para você munir suas armas de fogo contra os fantasmas do estudo.
 
 
"A disciplina que mais me assusta hoje é Processo Civil, devido à recente mudança do código que entrou em vigor no início de 2016. Tenho que correr contra o tempo para aprender todas as novidades e ainda dar conta da jurisprudência. A minha maior dificuldade é que são muito poucas as questões de provas passadas já com a sistemática do novo código, que poderiam servir de parâmetro para o meu estudo. Processo Civil é uma disciplina muito importante para o cargo que almejo, mas apesar disso, não a estudo de forma diferenciada, devido à proximidade da prova. Tento dar atenção a todas as matérias de forma equilibrada".
Paula Faria Freitas, 26 anos, advogada, concorre ao cargo de analista judiciário - execução de mandados
 
"Nenhuma disciplina me dá medo, necessariamente, mas minha maior dificuldade é Direito Penal, já que não tenho contato com esta matéria desde a faculdade. Para resolver o problema, a estudo de forma diferenciada: todos os dias reviso os pontos mais complicados, além de ler a letra da lei. Além do Penal, Sustentabilidade me preocupa um pouco, já que nunca estudei esta disciplina. Portanto, comprei um livro, do qual toda noite leio um pedaço".
Gabriela Veiga, 28 anos, advogada, disputando os cargos de técnico, analista judiciário e oficial de justiça
 
"Não é que me dê medo, mas Raciocínio Lógico e Matemático é uma matéria muito ampla e que foge muito do conteúdo normalmente cobrado para cargos de nível superior exclusivos para bacharéis em Direito. Além disso, vamos combinar que é muito chata! Apesar de reconhecer que, justamente por isso, RLM merece atenção especial, tenho que admitir que a última vez que a estudei foi para o concurso do TRT-RJ, em 2008, para técnico judiciário, cargo que ocupo desde julho de 2011".
Victor Ignacio, 30 anos, estudante de Direito, concorre aos cargos  de analista judiciário - área judiciária e oficial de justiça avaliador federal
 
"Atualidades! Apesar desta disciplina não ser cobrada diretamente no TRF, ela sempre é uma caixinha de surpresas nos concursos em geral. Além disso, na redação, estará presente, mesmo que indiretamente. Na verdade, minha real preocupação são as disciplinas que exigem um pouco de dissertação, além daquelas referentes à legislação, como Direito Penal, Processual Penal e Processo Civil. Estudo pelas leis que baixo no site do Senado, com PDFs comentados, além de videoaulas, resumos e resolução de questões com revisão. Para compensar, temos os Direitos Administrativo e Constitucional, que já não roubam tanto meu sono, são mais tranquilos".
Patricia Fanini, 28 anos, engenheira mecânica, concorre ao cargo de analista de apoio especializado - engenharia mecânica
 
"Direito Previdenciário é o que mais me apavora, por conta das incertezas quanto à aposentadoria. Tenho medo de que a banca cobre este ponto. Para vencer este pânico, tento fixar as normas vigentes por meio de exercícios, além de muita leitura sobre as mudanças. Outra matéria que me tira o sono é Noções de Sustentabilidade, por ser uma disciplina relativamente nova, da qual não se encontram muitas questões antigas. Então, fica difícil ter uma ideia de como esse conteúdo pode ser cobrado. E se cai esse assunto em uma discursiva? Pior ainda. Não há jeito: é preciso ler, ler, ler e praticar com exercícios".
Carla de Freitas, 25 anos, concorre aos cargos de técnico judiciário, analista judiciário - área judiciária e analista judiciário - oficial de justiça 
 

Especialista indica como superar aversão às disciplinas

Por: Juliana Reche - [email protected]
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